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sábado, 22 de fevereiro de 2014

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Albert Einstein - Biografia+Documentário

Quem foi Albert Einstein?



Albert Einstein, o mais célebre cientista do século 20, foi o físico que propôs a teoria da relatividade. Ganhou o Prêmio Nobel de física de 1921. Einstein tornou-se famoso mundialmente, um sinônimo de inteligência. Suas descobertas provocaram uma verdadeira revolução do pensamento humano, com interpretações filosóficas das mais diversas tendências.

Einstein nasceu na Alemanha em uma família judaica não-observante. Seus pais, Hermann Einstein e Pauline Koch, casaram-se em 1876 e se estabeleceram na cidade de Ulm. Hermann tornou-se proprietário de um negócio de penas de colchões.

Quando Einstein tinha um ano, a família se mudou para Munique. Com três anos de idade, Einstein apresentava dificuldades de fala. Aos seis, aprendeu a tocar violino, instrumento que o acompanharia ao longo da vida.

Em 1885, Hermann fundou, com o irmão Jacob, uma empresa de material elétrico. Em outubro daquele ano Einstein começou a freqüentar uma escola católica em Munique. Depois entrou no Luitpold Gymnasium, onde permaneceu até os 15 anos.

Com dificuldades nos negócios, em 1894 a família se mudou para a Itália. Einstein permaneceu em Munique a fim de terminar o ano letivo. Em 1895, fez exames de admissão à Eidgenössische Technische Hochschule (ETH), em Zurique. Foi reprovado na parte de humanidades dos exames. Foi então para Aarau, também na Suíça, para terminar a escola secundária.

Em 1896 recebeu o diploma da escola secundária e, aos 17 anos, renunciou à cidadania alemã, ficando sem pátria por alguns anos. A cidadania suíça lhe foi concedida em 1901. Cursou o ensino superior na ETH em Zurique, onde mais tarde foi docente.

A 6 de janeiro de 1903 casou-se com Mileva Maric. Tiveram três filhos: Lieserl, Hans Albert e Eduard. A primeira morreu ainda bebê, o mais velho tornou-se professor de hidráulica na Universidade da Califórnia e o mais jovem, formado em música e literatura, morreu num hospital psiquiátrico suíço.

Entre 1909 e 1913 Einstein lecionou em Berna, Zurique e Praga. Voltou à Alemanha em 1914, pouco antes do início da Primeira Guerra Mundial. Aceitou um cargo de pesquisa na Academia Prussiana de Ciências junto com uma cadeira na Universidade de Berlim. Também assumiu a direção do Instituto Wilhelm de Física em Berlim.

Em novembro de 1915, Einstein fez uma série de conferências e apresentou sua teoria da relatividade geral. No ano seguinte o cientista publicou "Fundamento Geral da Teoria da Relatividade".

Em 1919, separou-se da esposa Mileva e se casou com a prima Elsa. Naquele ano tornou-se conhecido em todo o mundo, depois que sua teoria foi comprovada em experiência realizada durante um eclipse solar.

Einstein ganhou o Prêmio Nobel de Física de 1921 e foi indicado para integrar a Organização de Cooperação Intelectual da Liga das Nações. No mesmo ano, publicou "Sobre a Teoria da Relatividade Especial e Geral".

Ao longo da vida, Einstein visitaria diversos países, incluindo o Brasil, em 1925. Entre 1925 e 1928, Einstein foi presidente da Universidade Hebraica de Jerusalém.

Em 1933, Hitler chegou ao poder na Alemanha e o cientista foi aconselhado por amigos a deixar o país, renunciando mais uma vez à cidadania alemã.

A 7 de outubro de 1933, Einstein partiu para os Estados Unidos, onde passou a integrar o Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Princeton. Em 1940 ganhou a cidadania americana, mantendo também a cidadania suíça.

Em 1941 teve início o Projeto Manhattan, que visava o desenvolvimento da bomba atômica pelos americanos. Einstein não teve participação no projeto. Em 1945, renunciou ao cargo de diretor do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Princeton, mas continuou a trabalhar naquela instituição.

A intensa atividade intelectual de Einstein resultou na publicação de grande número de trabalhos, entre os quais "Por Que a Guerra?" (1933), em colaboração com Sigmund Freud; "O Mundo como Eu o Vejo" (1949); e "Meus Últimos Anos" (1950). A principal característica de sua obra foi uma síntese do conhecimento sobre o mundo físico, que acabou por levar a uma compreensão mais abrangente e profunda do universo.

Em 1952, Ben-Gurion, então primeiro-ministro de Israel, convidou Albert Einstein para assumir o cargo de presidente do Estado de Israel. Doente, Einstein recusou. Uma semana antes de sua morte assinou sua última carta, endereçada a Bertrand Russell, concordando em que o seu nome fosse incluído numa petição exortando todas as nações a abandonar as armas nucleares.

Contribuindo para a física no século 20 no âmbito das duas teorias que constituíram seus traços mais peculiares - a dos quanta e da relatividade -, Einstein deu à primeira o elemento essencial de sua concepção do fóton, indispensável para que mais tarde se fundissem, na mecânica ondulatória de Louis de Broglie, a mecânica e o eletromagnetismo. E deu à segunda sua significação completa e universal, que se extrapola dos campos da ciência pura e atinge as múltiplas facetas do conhecimento humano. Saliente-se também que algumas das descobertas de Einstein - como a noção de equivalência entre massa e energia e a do continuumquadridimensional, suscitaram interpretações filosóficas de variadas tendências.

Einstein morreu a 18 de abril de 1955, em Princeton, Nova Jersey, aos 76 anos. Seu corpo foi cremado.

Fonte: http://educacao.uol.com.br/biografias/albert-einstein.jhtm

sábado, 7 de setembro de 2013

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Iluminismo no Brasil

Os ideais Iluministas contribuíram para alguma revolta no Brasil?


O Iluminismo do século XVIII inspirou o pensamento liberal que alimentou os processos de independência nas Américas. No caso do Brasil, aquelas ideias orientaram todas as conspirações e movimentos voltados para a ruptura do domínio lusitano sobre a colônia. Assim, a Inconfidência Mineira de 1789, a Conjuração Fluminense de 1794, a Revolta dos Alfaiates de 1798 na Bahia e a Revolução Pernambucana de 1817 se constituíram nos principais movimentos políticos influenciados pelos ideais iluministas e que culminaram na Independência proclamada em 1822.

Inconfidência Mineira: A Inconfidência Mineira foi um dos mais importantes movimentos sociais da História do Brasil. Significou a luta do povo brasileiro pela liberdade, contra a opressão do governo português no período colonial. Ocorreu em Minas Gerais no ano de 1789, em pleno ciclo do ouro.No final do século XVIII, o Brasil ainda era colônia de Portugal e sofria com os abusos políticos e com a cobrança de altas taxas e impostos. Além disso, a metrópole havia decretado uma série de leis que prejudicavam o desenvolvimento industrial e comercial do Brasil. No ano de 1785, por exemplo, Portugal decretou uma lei que proibia o funcionamento de industrias fabris em território brasileiro.

Conjuração Carioca: A Conjuração Carioca foi uma onda de repressão do governo lusitano aos intelectuais que se reuniam no Rio de Janeiro, com a intenção de formar uma sociedade literária baseada no Iluminismo, fortemente difundido após a Revolução Francesa.


A Revolta dos Alfaiates: Surgiu na Bahia, em 1798, um movimento social denominado A Revolta dos Alfaiates (Conjuração Baiana ou Inconfidência Baiana), que tinha como objetivo o rompimento dos laços coloniais com Portugal. Os participantes desse levante se inspiraram nos ideais de liberdade vindos da Europa, decorrentes da Revolução Francesa, e contaram com a participação da elite baiana, marcada na figura do jornalista e médico Cipriano Barata e do padre Agostinho Gomes, que eram adeptos do pensamento francês e críticos ferrenhos do sistema colonial português em vigor.A aspiração pelos ideais libertários não veio só da elite: os setores populares também desejavam condições melhores de vida e o fim do descaso e da situação de extrema miserabilidade que haviam tomado as classes populares desde que a Coroa transferira a sede do governo colonial para o Rio de Janeiro, em 1763.


Revolução Pernambucana: Valendo-se dos ideais iluministas, em 1817 os líderes maçons Domingos José Martins e Antônio Cruz e os padres João Ribeiro e Miguelinho foram os principais líderes dessa insurgência. Eles organizaram um governo provisório que durou 75 dias, com representantes do clero, do comércio, do exército, da justiça e dos engenhos para ocupar os cargos depois de um grande confronto com o então governador Caetano Pinto de Miranda Montenegro.Os pernambucanos revoltosos eram a favor do regime republicano e resolveram, a priori, diminuir os altos impostos e tributos cobrados pelos lusitanos, abolir os títulos de nobreza e ceder o direito à liberdade de imprensa, assim como o fez os Estados Unidos.

Fontes:






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Curiosidades sobre o iluminismo

  1. O nome Iluminismo foi dado, justamente por esse movimento se opor a escuridão da idade média, também é comum se referir ao iluminismo usando a termologia “século das luzes”.
  2. Características: A crença básica do iluminismo, era na razão e na ciência como único caminho para emancipação humana.
  3. O novo Homem Iluminista, se preocupava cada vês mais com questões ligadas a vida cotidiana, e despreocupado com questões religiosas, pode desenvolver as relações comerciais.
  4. Para o homem Iluminista, as relações comerciais estavam pautadas no lucro e acumulação de capital, de modo que se deveria cobrar por um produto, tudo aquilo que o outro pudesse pagar.
  5. O desenvolvimento cientifico era importante para intensificar a produção industrial, e melhor as condições de vida, de modo que as pessoas pudessem trabalha e consumir mais.
  6. A necessidade de uma organização política que respeita se a liberdade de comercio e de expansão do poder da classe burguesa, se tornou cada vês mais urgente. Daí decorre o nascimento do estado moderno, e mesmo da “democracia moderna”
  7. Filosofia social estava preocupada com questões como a igualdade entre os homens e a liberdade. Esse nome foi dado porque não havia ainda a palavra sociologia.
  8. Para os iluministas desenvolve-se um novo conceito de riqueza, que não estava mais ligada a terra. Mas sim ao trabalho (transformação da natureza), desta forma o homem rico era aquele que possuía os recursos de produção.
  9. As transformações ocorridas durante o Iluminismo acarretaram no que hoje conhecemos como revolução Industrial e revolução Francesa.

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O Iluminismo


As transformações econômicas e sociais da Idade Moderna, principalmente a Revolução Industrial e os progressos científicos, provocaram mudanças na maneira de pensar e de sentir dos europeus.

A Revolução Inglesa do século XVII e a Revolução Industrial do século XVIII foram conduzidas pela burguesia inglesa, o objetivo desses movimentos revolucionários era destruir as estruturas econômicas, sociais e políticas que sustentavam o Antigo Regime, tais como o direito divino dos reis, a política econômica mercantilista e o poder político da Igreja Católica.

A crise do Antigo Regime foi acompanhada por um conjunto de novas idéias filosóficas e econômicas que defendiam a liberdade de pensamento e a igualdade de todos os homens perante as leis. As idéias econômicas defendiam a prática da livre iniciativa. Esse movimento cultural, político e filosófico que aconteceu entre 1680 e 1780, em toda a Europa, sobretudo na França, no século XVIII, ficou conhecido como Iluminismo, Ilustração ou Século das Luzes.

Os iluministas caracterizavam-se pela importância que davam à razão. Somente por meio da razão, afirmavam ser possível compreender perfeitamente os fenômenos naturais e sociais. Essas idéias baseavam-se no racionalismo. Defendiam a democracia, o liberalismo econômico e a liberdade de culto e pensamento. Na verdade, o Iluminismo foi um processo longo do qual as transformações culturais iniciadas no Renascimento prosseguiram e se estenderam pelo século XVII e século XVIII.

As idéias iluministas influenciaram movimentos como a Independência dos Estados Unidos, a Inconfidência Mineira e a Revolução Francesa.

O Iluminismo iniciou-se na Inglaterra, mais foi na França, que atingiu seu maior desenvolvimento. Foi na França que viveram os maiores pensadores iluministas, Voltaire, Montesquieu, Rousseau, Diderot e D´Alembert.

Principais filósofos iluministas:
John Locke (1632-1704): filósofo inglês, autor de Ensaio sobre o Entendimento Humano, rejeitou o conceito de idéias inatas. Afirmava que a experiência é a base de todo o conhecimento. Combateu o absolutismo, negando a origem divina dos reis e afirmando que o governo nasce de um entendimento entre governantes e governados.

Voltaire (1694-1778): François-Marie Arouet, escritor francês, crítico do absolutismo e dos privilégios da Igreja e da nobreza. Por suas críticas, foi preso duas vezes, deixando a França e exilando-se na Inglaterra. Atraído pelas idéias de John Locke, escreveu as Cartas Inglesas, nas quais exalta a liberdade de pensamento, de religião e às instituições inglesas, criticando indiretamente a França.

Montesquieu (1689-1755): Charles Louis de Secondant, barão de Montesquieu. Considerado o pai do liberalismo burguês foi jurista, filósofo e escritor. Em sua principal obra O Espírito das Leis, expôs sua teoria da divisão do poder político em Poder Legislativo – elabora e aprova as leis; Poder Executivo – executa as leis e administra o país; Poder Judiciário – fiscaliza o cumprimento das leis. Suas idéias influenciaram a organização de praticamente todos os governos pós-Revolução Francesa.

Jean-Jacques Rousseau (1712-1778): filósofo francês, nascido na Suíça, foi o mais radical entre os iluministas. Ao contrário de Voltaire e Montesquieu, ele não foi porta-voz da burguesia e sim das camadas mais populares. Suas idéias contrariavam, por exemplo, um dos princípios centrais da sociedade burguesa - a propriedade privada. Segundo Rousseau, esta era a raiz da infelicidade humana, pois trazia consigo a desigualdade e a opressão do mais forte sobre o mais fraco. Suas principais obras foram: Discurso sobre a Origem da Desigualdade entre os Homens e Contrato Social.

Democrata, defendeu a igualdade entre os homens; afirmava que o poder político emana do povo; exerceu grande influência na Revolução Francesa e na filosofia dos séculos posteriores.

Denis Diderot (1713-1784) e Jean Le Rond D´Alembert (1717-1783): Diderot organizou a Enciclopédia, auxiliado pelo matemático D´Alembert, onde foram reunidos todos os conhecimentos da época. Transformou-se, por isso, em veículo das idéias do Iluminismo. Proibida pelas autoridades, por criticar os poderes estabelecidos, a Enciclopédia circulou clandestinamente, sua elaboração, iniciada em 1751, foi concluída em 1772.

Além dos filósofos, o Iluminismo foi representado pelos economistas, que atacaram a intervenção do Estado nos assuntos econômicos, defendendo, portanto, a liberdade total nas atividades econômicas. Essa teoria econômica foi chamada deFisiocracia.

Os principais economistas fisiocratas foram: François Quesnay (1694-1774), Robert Turgot (1727-1781), Vicent Gournay (1712-1759), Adam Smith (1723-1790) e David Ricardo (1772-1823).

Os Déspotas Esclarecidos
Com o avanço dos ideais iluministas que ganhavam cada vez mais adeptos e para impedir as desordens e as revoluções por parte dos setores descontentes da sociedade, alguns governantes europeus viram-se obrigados a realizar reformas socias e econômicas a fim de modernizar seus países, mas sem abrir mão do poder. Eram os chamados déspotas esclarecidos.

Os déspotas esclarecidos, como ficaram conhecidos os reis que aderiram as idéias iluministas, criaram uma legislação favorável ao comércio e à produção manufatureira, com o objetivo de fortalecer a burguesia, criaram escolas laicas (não religiosas), decretaram a liberdade de culto, a fim de reduzir os privilégios do clero católico.

Essas reformas duraram, normalmente, apenas o período correspondente ao governo de cada um dos monarcas, sendo anuladas pelos seus sucessores.

Os principais déspotas esclarecidos:
Frederico II, rei da Prússia (1712-1786): desenvolveu a agricultura, aboliu a tortura nos interrogatórios, fundou escolas e organizou um grande exército, expandindo seus domínios sobre territórios que antes pertenciam à Áustria e à Polônia.

Catarina II, czarina da Rússia (1762-1796): criou escolas e hospitais e esforçou-se por introduzir as idéias dos filósofos franceses em seu país.

Jose II, imperador da Áustria (1780-1790): reduziu o poder da Igreja, confiscando-lhe muitas terras. Libertou os servos, aboliu as obrigações feudais e organizou o exército.

Marquês de Pombal (1699-1782): ministro do rei Dom Jose I, de Portugal, Pombal expulsou os jesuítas do país, incentivou o comércio e as manufaturas e fortaleceu o poder real. Reformou o sistema de ensino, tirando as escolas do controle das ordens religiosas.

Conde de Arandas (1719-1798): ministro do rei Carlos III, da Espanha. Incentivou o desenvolvimento econômico do país e executou reformas administrativas que fortaleceram o poder real.


sábado, 3 de agosto de 2013

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Dica de filmes e documentários

Desta vez, para ajudar você a estudar Geografia e mais um pouco de História. E a lista será dupla, com uma parte dedicada apenas a documentários.
As indicações foram feitas pelos professores de Geografia do Cursinho do XI, Alexandre Eneias Gobbis e Paulo Cezar.
Ficção:
Lincoln (2012). Dirigido por Steven Spielberg, o filme foi lançado em janeiro deste ano no Brasil e mostra a luta de Abraham Lincoln, presidente dos Estados Unidos de 1861 até seu assassinato em abril de 1865, para aprovar a 13ª Emenda, que abolia a escravidão no país, em 1865. (Leia mais aqui).
Os Miseráveis (2012). A história se passa na França do século XIX entre duas grandes batalhas: a Batalha de Waterloo e os motins de junho de 1832.

Valsa Com Bashir (2008). Filme israelense sobre a 1ª Guerra do Líbano, no início dos anos 80.

Persepolis (2007). É sobre o início da nova República Islâmica e como ela passou a controlar como as pessoas deveriam se vestir e agir.

Munique (2005). Dirigido por Steven Spielberg, fala sobre um ataque terrorista que aconteceu nas Olimpíadas de Munique de 1972, quando um grupo palestino denominado Setembro Negro invadiu a Vila Olímpica e matou integrantes da equipe olímpica israelense.

Tropa de Elite 1 e 2 (2007 e 2010). Sobre a violência urbana no Rio de Janeiro.

1984 (1984). Adaptação do livro 1984, escrito em 1948 por George Orwell, que aborda o tema do totalitarismo.

Tempos Modernos (1936). Filme de Charles Chaplin que aborda a Revolução Industrial.

Daens – Um grito de Justiça (1992). O filme se passa na segunda metade do século XIX, período considerado como a Segunda Revolução Industrial, que apresentou grande avanço tecnológico e científico.

Germinal (1993). Baseado no romance  de mesmo nome de Émile Zola, aborda os movimentos grevistas de um grupo de mineiros no norte da França do século XIX contra a exploração.

Documentários:
O Dia que durou 21 anos (2011). O documentário mostra a influência do governo dos Estados Unidos no Golpe de Estado no Brasil em 1964.

Capitalismo: Uma história de amor (2009). Filme de Michael Moore sobre o capitalismo, a liberdade e os Estados Unidos.

Chove sobre Santiago (1976). Sobre o golpe militar no Chile em 1973.

O contestado (2012). Sobre a Guerra do Contestado, ocorrida entre 1912 e 1916, que envolveu milhares de civis e militares e colocou Paraná e Santa Catarina em disputa por questões territoriais.

Terra para Rose (1987). Documentário sobre a formação do MST.

O veneno está sobre nossa mesa (2011). Sobre o uso abusivo de agrotóxicos nos alimentos no Brasil.

Fonte: Guia do Estudante 

sexta-feira, 28 de junho de 2013

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Dica de filme: Hitler: A Ascensão do Mal



A Ascensão do Mal começa por fazer o retrato da mente jovem e em desenvolvimento de um louco embrionário, acompanhando-o nos seus anos de formação e em como evolui no homem que explorou a nação, que apelou por um líder que pudessem seguir. Motivado pela raiva e distorcido pelo ego, Hitler luta num mundo que acredita dever-lhe algo, seduzindo a Alemanha numa dança macabra de rendição e controle. Um Poderoso Documento Sobre o Mal.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

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Potências

Introdução à história

A ideia de potência é muito antiga e desde tempos remotos suas aplicações facilitaram a vida humana auxiliando, tornando possíveis muitas representações matemáticas e solucionando problemas de elevado grau de complexidade. Assim como todas as descobertas do homem, a equação possibilitou novos horizontes e permitiu a expansão dos conhecimentos humanos norteando viagens inimagináveis pelos campos abstratos da matemática e alicerçando ciências afins como a astronomia, física, química e biologia.
Conceitos antigos dos quais se têm registros datam do século III a.C. através do astrônomo e inventor Arquimedes em sua tentativa de calcular quantos grãos de areia seriam necessários para encher o universo. Nessa época, tinha-se a ideia de que as estrelas limitavam o nosso universo dando-lhe um formato esférico e, ao calcular o volume dessa esfera astronômica, chegaria ao resultado desejado. Após longo estudo e dedicação, Arquimedes conseguiu encontrar um resultado assombrosamente grande em termos de representação numérica e soube que seria impossível demonstrar sua resposta para que outros conseguissem compreendê-la.
Após séria análise detalhada dos números que apareciam no cálculo do volume da esfera gigante, Arquimedes percebeu um fato curioso: havia uma grande repetição de multiplicações que envolviam o número 10. Surgiu então a ideia de representar sua resposta usando potência de base 10. Hoje utilizada como notação científica e aplicada a várias áreas do conhecimento humano, através da potência de base dez, podemos escrever a resposta conquistada por Arquimedes como 1063.
Toda notação moderna que se tem de potência teve fundamento com o Matemático francês René Descartes (1596-1650) no século XVII. Descartes, além de suas contribuições referentes à potenciação  é também conhecido como Pai da Filosofia e da Matemática Modernas.

Onde estão as potências?

A resposta à pergunta anterior seria em nosso cotidiano.  Acompanhem alguns exemplos a seguir:
  • Um jogo de xadrez é formado por um tabuleiro tipo 8 x 8 e representa uma matriz quadrada de ordem 8. Podemos calcular o número de casas desse tabuleiro utilizando conhecimentos sobre potência. Para isso, elevamos o número de linhas (8) ao número de colunas (8), ficando 82 = 64.
  • Num sítio, as laranjas extraídas periodicamente, são embaladas em forma cúbica: 4 laranjas no comprimento, 4 na largura e 4 na altura. Se desejarmos saber quantas dessas frutas têm nesses cubos, elevamos ao 4, o número de vezes que ele se repete (3), ficando 43 = 64.
Lembro aos caros leitores que o objetivo do artigo não é apenas mostrar as aplicações das potências em nosso cotidiano, e sim, mostrar-lhes os seus conceitos, propriedades e resoluções, a fim de que abstraiam esses conhecimentos e utilizem-no para tornar suas vidas mais práticas. Quando conseguimos compreender bem um conteúdo, saberemos onde melhor se encaixará a sua aplicação.
Definição e resolução
Potência é todo número na forma an, com a ≠ 0.
a é a basen é o expoente an é a potência.
an = a x a x a x a x…a (n vezes)
Por convenção, admitiremos que todo número elevado a é igual a 1, a0 = 1 e todo número elevado a 1 é igual a ele próprio,a= a.
Exemplos
21 = 2                          540 = 1                              44 = 256                             53 = 125
Potência de base racional
Para resolver uma potência cuja base é um número fracionário, elevamos tanto o numerador quanto o denominador da fração ao expoente dado.
Exemplo
Potência de expoente negativo
A ideia de inverso é utilizada para solucionar potências de expoente negativo, transformamos numerador em denominador, e vice-versa, logo após, tornamos o expoente positivo.
Exemplos

Multiplicação de potências de mesma base

Resolvemos a multiplicação de potências de mesma base conservando uma das bases e adicionando os expoentes.

m . a =  am + n

Exemplos
Divisão de potências de mesma base

Toda divisão de potências de mesma base, com esta diferente de zero, pode ser resolvida conservando uma das bases e subtraindo os expoentes.

am : an = am – n, com a ≠ 0.

Exemplos
Multiplicação de fatores elevados ao mesmo expoente
Para o produto de dois ou mais fatores elevados ao mesmo expoente, elevamos cada um dos fatores ao expoente dado na questão.
(a . b)n = an . bn
Exemplos
(5 . 6)4 → 54 . 64                                         (0,2 . 1,3)3 → (0,2)3 . (1,3)3
Divisão de expoente igual
Aqui segue-se o mesmo critério dado na propriedade anterior: eleva-se o dividendo e o divisor ao mesmo expoente.
(a : b)n = an : bn
Exemplos
(9 : 8)5 = 95 : 85                                                 (2,3 : 0,1)2 = (2,3)2 : (0,1)2
Potência de potência
Quando elevamos uma determinada potência à outra potência, temos uma potência de potência. Para resolvê-la, podemos conservar a base e multiplicar os expoentes.
(am)n = am . n
Exemplos
(23)4 → 23 . 4 = 212                                             [(1/5)2]5 → (1/5)2 . 5 = (1/5)10
Potência de base 10
A potência de base 10 é utilizada para abreviar a escrita de números que contenham n fatores 10, facilitando assim sua representação.
Exemplos
105 = 100000 (5 zeros)
107 = 10000000 (7 zeros)
103 = 1000 (3 zeros)

Nesse tipo de potência, quanto o expoente for positivo, ele indica a quantidade de zeros que deverão ser acrescentados após o algarismo 1.
10-2 = 0,01 (2 casas decimais)
10-5 = 0,00001 (5 casas decimais)

Aqui, como o expoente é negativo, ele indica o número de casas decimais que deverão ser criadas a partir do zero e com final 1.

Considerações finais

É muito importante e necessário que se conheça sobre os vários tipos de conteúdos que nos ajudam a, cotidianamente, facilitar nossa vida social. Exemplo disso são as potências. Elas nos trazem conforto na hora de calcular, nos ajudam a compreender melhor as ideias de divisão e multiplicação, nos abrem as portas, através de suas propriedades, dos saberes algébricos generalizantes do conhecimento matemático e facilitadores da aplicabilidade dos estudos realizados.
Nenhum conhecimento é tão completo que encerre-se em si mesmo, nem tão pobre que deva ser descartado ao primeiro olhar. Todos os sabres deverão passar por sério processo de análise, processamento mental e arquivamento, pois, com certeza, eles serão utilizados posteriormente à medida que novos desafios forem surgindo em nossas jornadas naturais. Não tenhamos os estudos como fardos que somos obrigados a levar ao longo dos nossos dias, mas sim, como relíquias, que temos que guardar, apreciar e exibir como troféus conquistados nas maratonas do saber educacional. 

“Uma boa educação é aquela que prepara cidadãos críticos e reflexivos sobre os males que assolam a sociedade na qual estão inseridos.”
Robison Sá. 

Referência bibliográfica
SOUZA, JOAMIR ROBERTO DE; PATARO, PATRICIA MORENO. Vontade de saber matemática: 8° ano. São Paulo: FTD, 2009. 288p. (Coleção vontade de saber).

quarta-feira, 22 de maio de 2013

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Feudalismo


Iluminura medieval onde servos oferecem peças de um animal ao senhor feudal.

O feudalismo consiste em um conjunto de práticas envolvendo questões de ordem econômica, social e política. Entre os séculos V e X, a Europa Ocidental sofreu uma série de transformações que possibilitaram o surgimento dessas novas maneiras de se pensar, agir e relacionar. De modo geral, a configuração do mundo feudal está vinculada a duas experiências históricas concomitantes: a crise do Império Romano e as Invasões Bárbaras.

A economia sofreu uma retração das atividades comerciais, as moedas perderam seu espaço de circulação e a produção agrícola ganhara caráter subsistente. Nesse período, a crise do Império Romano tinha favorecido um processo de ruralização das populações que não mais podiam empreender atividades comerciais. Isso ocorreu em razão das constantes guerras promovidas pelas invasões bárbaras e a crise dos centros urbanos constituídos durante o auge da civilização clássica.

A ruralização da economia também atingiu diretamente as classes sociais instituídas no interior de Roma. A antes abrangente classe de escravos e plebeus veio a compor, junto com os povos germânicos, uma classe campesina consolidada enquanto a principal força de trabalho dos feudos. Trabalhando em regime de servidão, um camponês estaria atrelado à vida rural devido às ameaças dos conflitos da Alta Idade Média e a relação pessoal instituída com a classe proprietária, ali representada pelo senhor feudal.

O senhor feudal representaria a classe nobiliárquica detentora de terras. Divididos por diferentes títulos, um nobre poderia ser responsável desde a administração de um feudo até pela cobrança de taxas ou a proteção militar de uma determinada propriedade. A autoridade exercida pelo senhor feudal, na prática, era superior a dos reis, que não tinham poder de interferência direta sobre as regras e imposições de um senhor feudal no interior de suas propriedades. Portanto, assinalamos o feudalismo como um modelo promotor de um poder político descentralizado.

Ao mesmo tempo em que a economia e as relações sociopolíticas se transformavam nesse período, não podemos nos esquecer da importância do papel da Igreja nesse contexto. O clero entraria em acordo com os reis e a nobreza com o intuito de expandir o ideário cristão. A conversão da classe nobiliárquica deu margens para que os clérigos interferissem nas questões políticas. Muitas vezes um rei ou um senhor feudal doava terras para a Igreja em sinal de sua devoção religiosa. Dessa forma, a Igreja também se tornou uma grande “senhora feudal”.

No século X o feudalismo atingiu o seu auge tornando-se uma forma de organização vigente em boa parte do continente europeu. A partir do século seguinte, o aprimoramento das técnicas de produção agrícola e o crescimento populacional proporcionaram melhores condições para o reavivamento das atividades comerciais. Os centros urbanos voltaram a florescer e as populações saíram da estrutura hermética que marcou boa parte da Idade Média.

Por Rainer Sousa
Graduado em História

segunda-feira, 13 de maio de 2013

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Globalização Milton Santos - O mundo global visto do lado de cá.

A OBRA: documentário completo.

O mundo global visto do lado de cá, documentário do cineasta brasileiro Sílvio Tendler, discute os problemas da globalização sob a perspectiva das periferias (seja o terceiro mundo, seja comunidades carentes). O filme é conduzido por uma entrevista com o geógrafo e intelectual baiano Milton Santos, gravada quatro meses antes de sua morte.
O cineasta conheceu Milton Santos em 1995, e desde então tinha planos para filmar o geógrafo. Os anos foram passando e, somente em 2001, Tendler realizou o que seria a última entrevista de Milton (que viria a morrer cinco meses depois). Baseado nesse primeiro ponto de partida o documentário procura explicar, ou até mesmo elucidar, essa tal Globalização da qual tanto ouvimos falar.
O documentário percorre algumas trilhas desses caminhos apontados por Milton, vemos movimentos na Bolívia, na França, México e chegamos ao Brasil, na periferia de Brasília. Em Ceilândia, a câmera nos mostra pessoas dispostas a mudar as manchetes dos jornais que só falam da comunidade para retratar a violência local. Adirley Queiroz, ex-jogador de futebol, hoje cineasta, estudou os textos de Milton e procura novos caminhos para fugir do 'sistema' ou do Globaritarismo -- termo criado por Milton Santos para designar a nova ordem mundial.

O AUTOR: Milton Santos

Apesar de ter se graduado em Direito, desenvolveu trabalhos em diversas áreas da Geografia , em especial nos estudos de urbanização do Terceiro Mundo . Foi um dos grandes nomes da renovação na geografia brasileira ocorrida nos anos 70 .
Durante toda a vida buscou métodos e visões diferentes para encarar seus temas de estudo. Lecionou em diversas universidades mundo afora, no seu o exílio durante a ditadura militar no Brasil: Paris (França), Columbia (EUA), Toronto (Canadá ) e Dar es Salaam (Tanzânia ). Também lecionou na Venezuela e Reino Unido . Regressou ao Brasil em 1977 , tendo trabalhado na Universidade Federal Fluminense e ingressando na Universidade de São Paulo em 1984 .
Faleceu em 2001 , aos 75 anos de idade, deixando uma vasta obra.

sábado, 11 de maio de 2013

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Islamismo


O Islamismo é uma religião monoteísta, ou seja, acredita na existência de um único Deus; é fundamentada nos ensinamentos de Mohammed, ou Muhammad, chamado pelos ocidentais de Maomé. Nascido em Meca, no ano 570, Maomé começou sua pregação aos 40 anos, na região onde atualmente corresponde ao território da Arábia Saudita. Conforme a tradição, o arcanjo Gabriel revelou-lhe a existência de um Deus único.

A palavra islã significa submeter-se e exprime a obediência à lei e à vontade de Alá (Allah, Deus em árabe). Seus seguidores são os muçulmanos (Muslim, em árabe), aquele que se subordina a Deus. Atualmente, é a religião que mais se expande no mundo, está presente em mais de 80 países.
Alcorão, livro sagrado do Islamismo

O livro sagrado do Islamismo é o alcorão (do árabe alqur´rãn, leitura), consiste na coletânea das revelações divinas recebidas por Maomé de 610 a 632. Seus principais ensinamentos são a onipotência de Deus e a necessidade de bondade, generosidade e justiça nas relações entre os seres humanos.

Dentre os vários princípios do Islamismo, cinco são regras fundamentais para os mulçumanos:
- Crer em Alá, o único Deus, e em Maomé, seu profeta;
- Realizar cinco orações diárias comunitárias (sãlat);
- Ser generoso para com os pobres e dar esmolas;
- Obedecer ao jejum religioso durante o ramadã (mês anual de jejum);
- Ir em peregrinação à Meca pelo menos uma vez durante a vida (hajj).
Oração dos mulçumanos

Após a morte de Maomé, a religião islâmica sofreu ramificações, ocorrendo divisão em diversas vertentes com características distintas. As vertentes do Islamismo que possuem maior quantidade de seguidores são a dos sunitas (maioria) e a dos xiitas. Xiita significa “partidário de Ali” – Ali Abu Talib, califa (soberano muçulmano) que se casou com Fátima, filha de Maomé, e acabou assassinado. Os sunitas defenderam o califado de Abu Bakr, um dos primeiros convertidos ao Islã e discípulo de Maomé. As principais características são:

Sunitas – defendem qu
e o chefe do Estado mulçumano (califa) deve reunir virtudes como honra, respeito pelas leis e capacidade de trabalho, porém, não acham que ele deve ser infalível ou impecável em suas ações. Além do Alcorão, os sunitas utilizam como fonte de ensinamentos religiosos as Sunas, livro que reúne o conjunto de tradições recolhidas com os companheiros de Maomé.

Xiitas – alegam que a chefia do Estado muçulmano só pode ser ocupada por alguém que seja descendente do profeta Maomé ou que possua algum vínculo de parentesco com ele. Afirmam que o chefe da comunidade islâmica, o imã, é diretamente inspirado por Alá, sendo, por isso, um ser infalível. Aceitam somente o Alcorão como fonte sagrada de ensinamentos religiosos.

Alguns pontos em comum entre Xiitas e Sunitas são: a individualidade de Deus, a crença nas revelações de Maomé e a crença na ressurreição do profeta no Dia do Julgamento.

No Brasil, o Islamismo chegou, primeiramente, através dos escravos africanos trazidos ao país. Posteriormente, ocorreu um grande fluxo migratório de árabes para o território brasileiro, contribuindo para a expansão da religião. A primeira mesquita islâmica no Brasil foi fundada em 1929, em São Paulo. Atualmente existem aproximadamente 27,3 mil muçulmanos no Brasil.

Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia

sábado, 20 de abril de 2013

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Filme do dia: 1492 - A Conquista do Paraíso

Vinte anos da vida de Colombo, desde quando se convenceu de que o mundo era redondo, passando pelo empenho em conseguir apoio financeiro da Coroa Espanhola para sua expedição, o descobrimento em si da América, o desastroso comportamento que os europeus tiveram com os habitantes do Novo Mundo e a luta de Colombo para colonizar um continente que ele descobriu por acaso, além de sua decadência na velhice.


Título Original: Conquest of Paradise
Gênero: DramaDireção: Ridley Scott
Elenco: Gérard Depardieu, Armand Assante, Sigourney Weaver, Loren Dean
Tempo: 155 min.
Lançamento: 1992
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70 filmes para você estudar história

Que tal estudar todo o conteúdo de história geral jogado no sofá, comendo uma pipoquinha? Sim, é possível! Depois de tantas apostilas e livros, vale a pena parar para descansar e se divertir um pouco. E nada melhor do que um bom filme. Confira nossa lista de 70 filmes que vão lhe ajudar a repassar história para as provas!
Pré-história

A Guerra do Fogo
- 10.000 a.C.
- O Elo Perdido

Grécia Antiga e helenística

300
- Alexandre
- Tróia

Império Romano

- Asterix
- Gladiador
- Calígula
- Átila, o Huno
- Augustus
- Spartacus

Idade Média/Feudalismo

- O Nome da Rosa
- O Incrível Exército de Brancaleone
- Cruzada
- Coração Valente
- Joana D’Arc
- O Sétimo Selo

Grandes Navegações

- 1492 – A Conquista do Paraíso
- Cristóvão Colombo – A Aventura do Descobrimento

Absolutismo

- O Homem da Máscara de Ferro
- Cromwell

Reforma Protestante

- Lutero

Renascimento

- Dom Quixote
- Agonia e Êxtase
- Shakespeare Apaixonado
- Giordano Bruno

Revolução Francesa

- Danton
- Maria Antonieta
- A Queda da Bastilha

Revolução Industrial

- Tempos Modernos
- Germinal

Rússia pré-revolução e Revolução Russa

- Rasputin
- O Encouraçado Potenkim
- Reds

Segunda Guerra Mundial e nazismo

- O Grande Ditador
- A Vida É Bela
- Pearl Harbor
- A Queda
- A Última Bomba Atômica
- Cartas de Iwo Jima
- O Resgate do Soldado Ryan
- Arquitetura da Destruição
- Europa, Europa

Guerra Fria

- Dr. Fantástico
- Os 13 Dias que Abalaram o Mundo
- Boa Noite e Boa Sorte
- Intriga Internacional
- Topázio
- O Dia Seguinte
Guerra do Vietnã
- Platoon
- Apocalipse Now
- Corações e Mentes

Luta dos direitos civis dos negros

- Mississipi em Chamas
- Malcolm X
América Latina das décadas de 1950 e 1960
- Diários de Motocicleta
- Chove Sobre Santiago
- O Segredo de Seus Olhos

África no século 20
- O Último Rei da Escócia
- Diamante de Sangue
- Hotel Ruanda
- O Jardineiro Fiel

Crise do socialismo, fim da União Soviética

Adeus, Lênin

Conflito entre Israel e Palestina

Lemon Tree
- Paradise Now
- Promessas de um Novo Mundo

Terrorismo, guerras dos anos 2000

Guerra ao Terror
- Restrepo
- Caminho para Guantánamo
- Fahrenheit 9/11